Post Mortem

Seguindo pelo jardim da dor
Porque me descobri em união com o escuro
Na tortura e no cabresto voluntário
Incêndios causei… eu estava bem
Mentiras naufragaram, translúcidos demônios emergiram
Antigos sonhos causaram
Sem luz alguma agora claro
Quando eu não sabia que estava bem

Que navio tornei a tomar?
Que saída resolvi dar?
Conhecestes o porão mais sombrio
Quando eu não sabia que estava bem
Poucas vozes falam e poucos olhos sabem
Fiz meu mapa de marujo
Príncipe de Copas solto no revolto
Que fartura que!
Riqueza embaixo, miséria em cima
Espelho metafísico rompido
Imagem viva e morta, ai
Sorrisos que saíram na impressão
Guerra inacabada
Eu rejeito a guerra
Estimulo a luta
Uma gota de lágrima transborda
Mas allá do tremor, o combustível não pára
Porque o motor permanece no vazio
O que está vazio é

Feitiço de infantes sentimentos inimigos
Vis sonhos, lutas e mososentos
Mudar o honesto, sê por ele
Coragem da tirania do silêncio
Na casa de cor, uma tempestade
A maldade, metade
Anos passam, caminhos seguem
Diferente das diferenças
Conquista total dos segredos
Conte com o guardião dos tesouros
São nossos mundos, medos
Da mesma janela, eu desejo
Noite! Pan e Luz
Madrugada sonora
Dança sem parar
Mundo de verdade
O que está aqui é

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Sobre pmizraji

Caput necandus est. Cadaver acqua forti dissolvendum nec alicquid retinendum. Tace ut potes.

Publicado em fevereiro 12, 2015, em Uncategorized. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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