Arquivo mensal: agosto 2011

ANTICLERICALISMO: novas contestações e tendências contemporâneas


Joseph Ratzinger, o Papa Bento XVI, no momento em que a Igreja Católica passa por uma onda de críticas e protestos em massa sobre temas fundamentais, como AIDS, homossexualismo, pedofilia, laicismo, aborto, casamento, entre outros, vem articulando uma série de medidas políticas junto aos Estados. Talvez em péssima hora, sua visita marcada em países como a Espanha, por exemplo, fizeram ressoar em meio ao turbilhão de insatisfação popular, velhos ecos do anticlericalismo desde a Guerra Civil em 1936.

Televisionado por alguns documentários críticos, como da rede BBC de Londres, intitulado “Sexo, Crimes e Vaticano”, o Estado Papal reage vigorosamente contra a desconfiguração de sua vitrine. As acusações midiáticas não perdoam o Vaticano de insinuar que o fenômeno da pedofilia teria tornado-se um escândalo que se sucede há pelo menos alguns anos. A informação está cada vez mais democratizada e, portanto, novos casos surgem com mais frequência ou verdadeiramente há uma supermanifestação de ordem criminosa por parte do clero nos últimos tempos? O Papa João Paulo II não foi isento das acusações de negligenciar  tomadas de medidas mais severas em sua empresa. Toda uma pressão internacional, por parte da imprensa, órgãos ligados às entidades de direitos humanos, fizeram desde os recentes abusos, divulgação pesada sobre a ausência jurídica do Vaticano. João Paulo afirmava que a Carta de Proteção à Criança e ao Jovem” ainda era obsoleta em relação às tradicionais leis canônicas, salientando que precisava de tempo suficiente para que se chegasse a um consenso. A ineficiência dos argumentos eclesiásticos não alterou nem diminuiu a carga de centenas de vítimas inocentes. Segundo a justiça estadunidense na epóca, os abusos sexuais praticados pelos sacerdotes poderiam ultrapassar a marca das mil vítimas, desde a década de 1940, origem das primeiras notícias.

Seu sucessor, Bento XVI, logo ao assumir seu posto, ordenou rapidamente o protocolo oficial de combate à “imoralidade sexual”, que expunha com rigor crítico, a política da obrigatoriedade da ordenação de mulheres, a condenação do uso de preservativos e a prática do aborto. Seu passado, junto à militância hitlerista durante a Segunda Guerra Mundial, deixa-se atestar, para o reconhecimento de uma postura semiextremista, em relação aos diversos movimentos sociais, como os de gênero e de classe. Exames para a futuridade podem-se basear nos protestos de outras religiões que também foram gerados em razão de sua inadequação diplomática com outros setores religiosos, como por exemplo, na sua fala contra Maomé e a afirmação de que a Igreja Católica seria a única portadora da “verdade”, a “única que salva”, gerando milhares de críticas dentro e fora do mundo religioso. Seus livros que são conhecidos pela moralidade cristã, e temas sobre a sexualidade humana, atingiu a marca dos cinco milhões de euros, com recordes de vendagem, sendo que parte dessa verba, já está destinada a fundos de pesquisas para os cursos de Ensino Teológico em todo o mundo. Como mea-culpa, Ratzinger parece ter reconhecido que a Igreja não agiu de forma consistente e rápida para coibir novos casos de abusos sexuais de crianças por parte de seu sacerdócio, o que de fato, já legitima, por sua vez, os escândalos midiáticos, outrora chamados pela Igreja de “sensacionalistas e corruptivos”.

No entanto, além dos problemas que a Igreja já vem enfrentando, está surgindo das cinzas, um antigo inimigo herético: o anticlericalismo. Movimento político que se define como resposta à existência da instituição religiosa integrada junto às instituições públicas da sociedade, que mediante sua influência direta e de imposição de suas crenças e doutrinas, exerce a sustentação do poder teocrático, em oposição ao poder democrático. Correntes ateístas, agnósticas, anarquistas e socialistas foram defensoras de uma laicidade concreta e filosófica. Essa falta de flexibilização do Vaticano frente a novos movimentos contestatórios sociais, refletem o tamanho da dimensão da intolerância e do extremismo. No caso da Espanha, em particular, seio da Guerra Civil de 1936, em grande parte construída em cima dos alicerces teóricos do anticlericalismo, revê em sua juventude, desacreditada de todo discurso parlamentar e, quiçá, de “moralidade”, sua nova contestação ampliar-se e midiatizar-se a todos os cantos do planeta. As revoluções árabes, as contestações dos jovens no Chile e as barricadas em Londres, nas últimas semanas, demonstram que as consequências das crises da globalização, desemprego, racismo, faltas de perspectivas políticas são, de alguma forma, compartilhadas por pessoas em outros lugares.  Atestando a isso, a visita do Papa Bento XVI em Madrid na Jornada Mundial da Juventude, com todo o apoio do aparato do Estado e Monarquia espanholas, agregou-se milhares de jovens amotinados nas ruas que conclamavam a grito seus direitos.
O famoso “beijaço gay” foi realizado em meio à multidão como protesto à ordenação de proibição do casamento entre homossexuais. Como era de esperar e sob o regime do aparato da violência estatal, o ato foi energicamente atacado pelas forças policiais. De forma a defender seus princípios, não somente a condenação ao homossexualismo, Bento XVI, criticou severamente a exclusão do Ensino Religioso, antes obrigatório em todas as  escolas públicas do país, referindo-se diretamente ao crescente movimento em favor da laicidade entre os poderes estatais e clericais.
Como no exemplo da Espanha, um dos próximos compromissos da comitiva do Vaticano é a vinda para o Brasil, em 2013, na mesma Jornada Mundial da Juventude. Já a realidade no Brasil, na relação histórica entre a Igreja e o Estado sempre deixou subentendido ambas posições. Por um lado, a antiga monarquia brasileira teve o apoio da Igreja, assim como por outro, no período de vigência do Golpe Militar de 64, deixou ambíguas conclusões a respeito. O chamado apoio da Igreja Católica no momento em que se deu o golpe militar, aparece no discurso anti-esquerda de Dom Paulo Evaristo Arns, arcebispo de São Paulo, que teve entre suas ligações, diversos agentes ativos durante o processo de militarização do país naquele período. Anos depois do golpe, surge dentro das pastorais, movimentos contrários ao regime, como a Teologia da Libertação, no que evidencia uma bipolarização no contexto eclesiástico, de moções contrários ao autoritarismo, que posteriormente teve em suas perseguições, diversos padres e seminaristas envolvidos. Essa parte da história é bem demonstrada no filme “Batismo de Sangue” de Helvécio Ratton, lançado em 2007. No entanto, nos meados do século XXI, com a transição entre os novos movimentos sociais que com a retomada das bases representativas das entidades religiosas, percebeu-se uma nova era de formações partidárias e extra-parlamentares vinculadas à Educação cada vez mais crescente, sobretudo na competitividade entre evangélicos e católicos. As bancadas fortaleceram seus números e originou-se uma presença massiva do movimento obreirista amplamente organizado na política legislativa brasileira.

Esse crescimento antilaicismo na atualidade demonstra que na prática, o poder submetido pela vontade popular pode também criar novas leis ou impugnar outras, conforme seus princípios morais, éticos e religiosos formarem consenso. Temas como o aborto, a união homossexual, divórcio, a utilização de células-tronco, a obrigatoriedade do Ensino Religioso nas escolas públicas, bem como outras que se inserem dentro do ideário daquela ou desta corrente religiosa, estão cada vez menos sendo debatidas pela sociedade.

Bibliografia referencial:

https://pmizraji.wordpress.com/2009/05/01/o-santo-cabresto-i/

https://pmizraji.wordpress.com/2009/05/01/o-santo-cabresto-ii/

Apresentação do Coletivo Anarquista Bandeira Negra e Lançamento dos livros “Negras Tormentas” e “Além de Partidos e Sindicatos”


Apresentação do Coletivo Anarquista Bandeira Negra e Lançamento dos livros:

“Negras Tormentas: o Federalismo e o Internacionalismo na Comuna de Paris”, de Alexandre Samis. Conforme colocado pelo professor Wallace dos Santos de Moraes na orelha do livro, a presente obra “deve ser saudada com uma grande festa, tanto pela comunidade acadêmica como pelos leitores em geral”. Ele continua: “O leitor do século XXI deve colocar três grandes questões sobre a Comuna de Paris: 1) Como foi possível realizá-la? 2) Como foi seu desenvolvimento? 3) Qual foi seu legado? A obra de Samis trata dessas questões de forma magistral, respondendo-as sempre no plural, isto é, chamando a atenção para os diversos fatores que influenciaram na possibilidade, na necessidade e nos resultados da eclosão da Comuna. Para além disso, aquele que se debruçar sobre a obra terá a oportunidade de conhecer a gênese desse episódio nos seus aspectos mais longínquos. Com efeito, o leitor é presenteado com o conhecimento da história política e social francesa do século XIX por meio da narrativa dos fatos, e também conhece o rico debate entre seus intérpretes. Ademais, a história da Associação Internacional dos Trabalhadores e o grande debate entre anarquistas, marxistas e outras correntes políticas são passados em revista. A partir destas discussões, a Comuna de Paris é inserida em seu contexto. É esse o grande mérito do autor, diferenciando-se de outros que a tratam por si mesma, como se tivesse nascido do nada. No livro de Samis, a eclosão da Comuna é vista como resultado de todo um acúmulo de lutas e questões sociopolíticas que estavam na ordem do dia na Europa no século XIX. Assim, o autor, com propriedade — apropriando-se do conceito de autoinstituição de Castoriadis –, nega que a Comuna tenha sido a última revolução plebeia e também a primeira revolução proletária. Ela é posta no seu devido lugar: como evento autônomo e coberto de idiossincrasias. Para o bem do leitor e da teoria, trata-se de uma pesquisa que discute muito mais do que aquilo que se propõe — e que é ainda mais abrilhantada pelo prefácio de René Berthier, francês e estudioso do tema.” Publicado nesse ano que marca os 140 anos da Comuna de Paris, Negras tormentas, “o livro, hoje”, considera Moraes, “é a principal referência sobre o estudo da Comuna de Paris já publicado no país”.

Alexandre Samis é Doutor em História pela Universidade Federal Fluminense e professor do Colégio Pedro II. É militante da Federação Anarquista do Rio de Janeiro e diretor do SINDSCOPE. Autor dos livros “Clevelândia: anarquismo, sindicalismo e repressão política no Brasil” (Imaginário/Achaimé, 2002) e “Minha pátria é o mundo inteiro: Neno Vasco, o anarquismo e o sindicalismo revolucionário em dois mundos” (Letra Livre, 2009).

“Além de Partidos e Sindicatos: Organização Política em Anton Pannekoek”, de José Carlos Mendonça: Em meio ao fracasso, atestado pelas diversas convulsões sociais que continuam estourando por todo o mundo, das teses presentes nas crônicas de muitas mortes anunciadas (formuladas desde uma esquerda envergonhadas até uma direita enraivecida; que pronunciavam o “fim” das ideologias, da luta de classes, do socialismo, enfim, da própria História), o que presencia é a longevidade do único “sujeito” que nenhum desses apologetas espera ver falecer; o capital. A capacidade que esta relação social tem de continuar se reproduzindo ampliadamente, de forma alguma responde apenas a determinações econômicas.

José Carlos Mendonça é Doutorando em Ciências Sociais pela Unicamp e Pesquisador do Laboratório de Sociologia do Trabalho (LASTRO-UFSC).

ESPETÁCULO “LETRAS PARA COMPOSIÇÕES INVERNAIS”, COM JÉFERSON DANTAS E JÚNIOR GUERRA


Amig@s!

Convidamos para o espetáculo “Letras para composições invernais” (Ensaio 1), com Jéferson Dantas (violão elétrico e voz) e Júnior Guerra (violão acústico).

ONDE: Teatro da Ubro
QUANDO: 27 de agosto de 2011 (sábado)
HORÁRIO: 20h
QUANTO: R$ 10,00 (Inteira) e R$ 5,00 (Meia-entrada)
INGRESSOS: à venda com os músicos ou diretamente na bilheteria do Teatro da Ubro (Escadaria da Rua Pedro Soares, 15, Centro, Florianópolis/SC).

RELEASE:
O espetáculo apresenta um repertório de 23 canções, tendo como temáticas centrais: o amor, a amizade, a solidão e a paisagem sulista imortalizada nas milongas. O show é um ‘ensaio’ para o espetáculo futuro Milongas Urbanasconcebido por Jéferson Dantas e o percussionista de origem uruguaia, Pablo Mizraji, tendo a participação especial do baixista, Gilberto Borges. Júnior Guerra se integra a este projeto com arranjos de cordas. Todos os músicos são integrantes do grupo poético-musical Casa da Ginga.
As letras das canções são de autoria de Danielle Antunes, Jéferson Dantas e Pablo Mizraji.

Influências musicais: Vitor Ramil, Secos & Molhados, Kleiton & Kledir, Leopoldo Rassier, César Passarinho e Victor Hugo.

Segue em anexo set list do espetáculo, um texto-manifesto sobre as ‘milongas urbanas’ (escrito por Pablo Mizraji) e foto dos músicos (com créditos de Dienífer Dantas Bartnik).

Links (Projeto Milongas Urbanas)
Youtube: http://youtu.be/__vNqQLD1nE
http://youtu.be/6nVbc4EXIPU
http://youtu.be/p3iEQ1kyH2o

No Facebook, acesse o link    https://www.facebook.com/pages/Projeto-musical-Milongas-Urbanas/142178712531538

http://desacato.info/2011/06/milonga-urbana-resignificacao-ou-autenticidade/

Palco MP3 Jéferson Dantas: http://palcomp3.com/jefdantas/#

Fraterno abraço,
Jéferson Dantas e Júnior Guerra.

Primeiro Curso de Formação Política do Fórum do Anarquismo Organizado – Região Sul


Reuniram-se em Curitiba, entre 23 e 24 de julho de 2011 algumas organizações especifistas do anarquismo brasileiro e também individualidades com afinidades com essa proposta para uma formação do Fórum do Anarquismo Organizado (FAO), conduzida pela Federação Anarquista Gaúcha (FAG) e organizada pelo Coletivo Anarquista Luta de Classes (CALC), de Curitiba. Além da FAG e do CALC, estiveram presentes as seguintes organizações: Federação Anarquista do Rio de Janeiro (FARJ), Organização Anarquista Socialismo Libertário (OASL), de São Paulo, Organização Dias de Luta, de Joinville, além de individualidades de Florianópolis e de outras regiões do sul/sudeste do Brasil com afinidade com a proposta do anarquismo especifista.

Curitiba 23-24 de julho de 2011

FORMAÇÃO REGIONAL DO FAO EM CURITIBA

Reuniram-se em Curitiba, entre 23 e 24 de julho de 2011 algumas organizações especifistas do anarquismo brasileiro e também individualidades com afinidades com essa proposta para uma formação do Fórum do Anarquismo Organizado (FAO), conduzida pela Federação Anarquista Gaúcha (FAG) e organizada pelo Coletivo Anarquista Luta de Classes (CALC), de Curitiba. Além da FAG e do CALC, estiveram presentes as seguintes organizações: Federação Anarquista do Rio de Janeiro (FARJ), Organização Anarquista Socialismo Libertário (OASL), de São Paulo, Organização Dias de Luta, de Joinville, além de individualidades de Florianópolis e de outras regiões do sul/sudeste do Brasil com afinidade com a proposta do anarquismo especifista.

Marcado pelo clima de solidariedade e pela calorosa recepção, todos os presentes puderam discutir durante dois dias distintos temas em torno do anarquismo que, por meio da dinâmica adotada, puderam apreender e debater significativamente, o que certamente acrescenta muito ao processo nacional brasileiro que o FAO vem buscando impulsionar desde 2002 quando foi fundado.

A formação teve uma agenda densa, com distintos temas que tinham por objetivo fortalecer teoricamente o conjunto da militância. Foi trabalhada em cinco eixos fundamentais: A formação política da corrente libertária (uma leitura do anarquismo), história social de processos revolucionários com participação anarquista, teoria da organização política anarquista, marco teórico e categorias de análise (método de análise) e via estratégica e poder popular. O eixo propaganda de intervenção foi tratado apenas brevemente.

Descrevemos muito sinteticamente os temas tratados para dar uma idéia ao leitor do conteúdo da formação.

Vale reforçar que a formação foi ministrada pela FAG e que, por isso, o conteúdo reflete a sua elaboração teórica, que tem muitas similaridades e algumas diferenças em relação a outras organizações que compõem o FAO. Nesse sentido, todo o conteúdo é de sua responsabilidade e queremos que ele contribua para o debate e o fortalecimento de nossa corrente.

Temos todo interesse de fortalecer o processo organizativo nas regiões e – no caso específico dessa formação conduzida pela FAG – de impulsionar, além do próprio Rio Grande do Sul, os estados de Santa Catarina, Paraná. Havendo interesse de aproximação nessas regiões, não deixe de nos escrever. Outras organizações do Brasil encarregam-se no momento de outras regiões; por isso, se houver interesse de militantes de outras regiões, entre em contato e daremos o encaminhamento necessário. Pedimos aos interessados que entrem em contato pelo e-mail fagsorg@riseup.net.

A CONSTRUÇÃO DO ANARQUISMO DE BASE ESPECIFISTA NO BRASIL

A formação realizada em Curitiba, conforme avaliação do FAO, foi uma experiência muito relevante. Realizada pela FAG anteriormente para seu conjunto de militantes, pôde ser aperfeiçoada e estendida a um coletivo mais amplo. Essa atividade de formação evidenciou a necessidade de construção de um material próprio de formação, capaz de potencializar aquilo que se convencionou chamar de anarquismo especifista no Brasil.

O momento parece bastante propício. O FAO constitui um espaço de debate e articulação entre organizações, grupos e indivíduos anarquistas que trabalham ou têm a intenção de trabalhar utilizando como base os princípios e a estratégia do anarquismo especifista. O objetivo maior do FAO é criar as condições para a construção de uma verdadeira organização anarquista no Brasil, de caráter especifista. Tarefa que sabemos não ser de curto prazo, mas que precisa ser iniciada desde já. Fazem parte do FAO hoje, cinco organizações pelo Brasil: Federação Anarquista Gaúcha (FAG), do Rio Grande do Sul; Coletivo Anarquista Zumbi dos Palmares (CAZP), de Alagoas; Rusga Libertária, do Mato Grosso; Federação Anarquista do Rio de Janeiro (FARJ), do Rio de Janeiro e a Organização Anarquista Socialismo Libertário (OASL), de São Paulo. Encontram-se em processo de aproximação organizações e grupos dos seguintes estados: Santa Catarina, Paraná, Ceará, Pernambuco, além de individualidades em outros estados. Portanto, esse momento tão importante para o anarquismo especifista que avança lutando e organizando, forjando as bases para uma unidade que permita constituir uma organização nacional.

Temos abertamente a intenção de fortalecer os estados em que estamos presentes e de conseguir aproximar a militância de outros estados, afim de fortalecer esse processo organizativo. Se você se interessa pelas nossas propostas, não deixe de entrar em contato!

Não tá morto quem peleia!
Arriba los que luchan!

Militância envolvida no Primeiro Curso de Formação Política da Região Sul
Fórum do Anarquismo Organizado – Brasil

http://www.vermelhoenegro.org

Declaração de Princípios e Intenções (FAO)
http://www.anarkismo.net/article/17346

Julho de 2011