o manchão

Em algum lugar do vazio, repousa o eco tardio
Vislumbro e infindo o tempo
Andares mais que impossíveis
Curto e curto, a Vênus que escuto
Tudo não satisfeito
Quem dera ser perfeito
Canto para Si Mesmo

Esboço perdido em n’algum tento
Tardes da música, efeitos iniciáticos
Eu não vi Eu acontecendo
Linguagem somática, noção ausente
Presente o escuro, que muro quebrado!
Não mais pergunto, arrebatado em gramas
O que eu trago de volta,

Agora…
para fora minha cota

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Sobre pmizraji

Caput necandus est. Cadaver acqua forti dissolvendum nec alicquid retinendum. Tace ut potes.

Publicado em agosto 31, 2010, em El Poeta. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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