Silêncio

N’algum lugar no vazio
Repousa o eco tardio
Passados de luto
Profundo, mudo o mundo

Nas estrelas de uma noite atenta
Busco incessantemente a tormenta
Aqui jaz pérfido sem sentença

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Sobre pmizraji

Caput necandus est. Cadaver acqua forti dissolvendum nec alicquid retinendum. Tace ut potes.

Publicado em maio 22, 2009, em El Poeta. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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