Incognito

Oculto sob a sombra de um nada
Me revelo nu e fútil
Como faíscas na janela antes amada

No desvelar de teus olhos
Que lacrimejam adentro no precipício
Feito de carne outrora sonhos
Sigo incognito – agora deicídio

Das brumas de um parque de luz
Notada, Libertada, Agraciada

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Sobre pmizraji

Caput necandus est. Cadaver acqua forti dissolvendum nec alicquid retinendum. Tace ut potes.

Publicado em maio 22, 2009, em El Poeta. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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