Mi negra

Negrita linda
de dulce pronuncia semejante
La vida tan dura y cansable
Mi compañera de los talleres de mis camperias
Te cantaré hasta el ultimo dia
Una vida compañera vieja de años

Lucha el porvenir de los asaltos a los gigantes
Horas y horas, café y cigarrilla
son las malditas historias del saber tratante
Los gatos de la calle no se terminan
Me abres en esta noche
me cambio de rumbo
Amigos y vecinos, la huerta se aviva

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Sobre pmizraji

Caput necandus est. Cadaver acqua forti dissolvendum nec alicquid retinendum. Tace ut potes.

Publicado em maio 5, 2009, em El Poeta. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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