Arquivo da categoria: El Poeta
o manchão
Em algum lugar do vazio, repousa o eco tardio
Vislumbro e infindo o tempo
Andares mais que impossíveis
Curto e curto, a Vênus que escuto
Tudo não satisfeito
Quem dera ser perfeito
Canto para Si Mesmo
Esboço perdido em n’algum tento
Tardes da música, efeitos iniciáticos
Eu não vi Eu acontecendo
Linguagem somática, noção ausente
Presente o escuro, que muro quebrado!
Não mais pergunto, arrebatado em gramas
O que eu trago de volta,
Agora…
para fora minha cota
satanarquia eletronica
o caos era o centro ideológico de tudo, pois tudo está graciosamente pendente ao caos. você pode ver um caos sobre sua mesa ou vislumbrar num pequeno redemoninho na calçada. o que é bom e o que é mal? nós matamos a carne do animal para comer: isso é bom para o animal? “somente uma estrela poderia possuir um caos dentro de si; eu vejo o caos dentro do homem como uma nova estrela.” F.W.N.
estrategias urbanas
meu silêncio me censura
mesmo num ato de ditadura
todos os instrumentos de uma grande organização e luta
esvaizem-se às retas finais por uma aventura
suicida, às vezes burra
sempre quis entender em 5 anos de cobertura
por quê, afinal as tais lideranças não duram
bandeiras e debates inglórios às custas
muitas vezes de hienas políticas e suas costuras
para simples, neutralizar as posturas
dos que marcham alegres pelas ruas
pela direita! não, pela esquerda! nem saber nem cultura
depois explicar o combate na rede, clausura!
mas certamente seguindo as ordens da estrutura
Chamada Invernal
1,2,3 Uma nota canta
Rompe a fronteira
Desembaraço de um verso ímpio
Desalinha o vento
Esperando entorpecido
Na clausura do vivo alento
1,2,3 O pensamento más allá
Espreita o amanhecer
Clareando a léguas o ritmo antecipante
Cidade, chuva e pão
Hermano che, chão nascido
E entre a Serra – criação
E no Mar – eu adulto renascido
1,2,3 Tranforma o acorde
Selado de rusgas de dias
Já se foram pelas bandas orientais
que eternamente afiam o corte
… preparen ya, la arcilla del hombre nuevo…
Silêncio
N’algum lugar no vazio
Repousa o eco tardio
Passados de luto
Profundo, mudo o mundo
Nas estrelas de uma noite atenta
Busco incessantemente a tormenta
Aqui jaz pérfido sem sentença
Incognito
Oculto sob a sombra de um nada
Me revelo nu e fútil
Como faíscas na janela antes amada
No desvelar de teus olhos
Que lacrimejam adentro no precipício
Feito de carne outrora sonhos
Sigo incognito – agora deicídio
Das brumas de um parque de luz
Notada, Libertada, Agraciada
el estado-monstro y ciego
El mote de la tradición
ha yacido en su distorcion
Han decido el monstro más frio
que vomita y dice… el pueblo es mio
No tengan fé y amor
somos vecinos pero sin rancor
Cura y Rei te saludan con cicuta
a la vida compas sigan la lucha
naciones falicas…
Los falicos falidos, hay que dolor
del capitalismo, racismo y sexismo
las fundaciones reales gentilicas del idealismo
exploración, succión, molestación
La sabiduria niña muere ante el gran hermano
Me comen los idolos acefalos de una fantasia
A lo que el mundo ludico se come, a cada vereda y esquina
descolores
Hay que descolorir para vivir
las fabulas solubles de la muerte
son los mitos tardíos de las excrecencias
el cuentito de las cinco matizes
relativizados por las culturas de los opressores
la resistencia
Che, que las tormientas de la inseguridad
por lejos retumben hacia las olas del más allá
Y que me muevan para no volver
Che, que las sombras encubiertas de la incerteza
previnan nuestros instintos
Y que desaparezcan tan solo de las multitudes
